Thursday, May 14, 2009

Agora vai…ou não?

Bom dia, boa tarde ou boa noite,

Grita o corvo mais uma vez. Gritará muitas vezes. Enfim.

Sei lá.

Posted by Ohmori at 13:58:59 | Permalink | No Comments »

Sunday, November 9, 2008

Barbixas

Bom dia, Boa tarde ou Boa noite.

Duas coisas na vida são importantes: comer e dar risadas.

A primeira, é fácil. Rir é que é difícil.

Não para a turma de cavanhaque dos Barbixas. Essas “crianças barbadas” são comediantes(muito diferente de humorísta), e eles são bons mesmo(não faço isso pelos motivos que serão descritos, mas sim por conhecer). Mas atualmente, videos no youtube dizem mais do que palavras:

Mas é o seguinte: quer ganhar dois ingressos para ver os caras ao vivo? Se você faz parte da blogosfera ou não, mas possui um blog, é só colocar um video dos caras e concorrer aos dois ingressos. Fácil, né? Ainda bem que não tem contagem de visitas, do contrário nem teria chances.

Quer saber mais? http://www.barbixas.com.br ou acesse o youtube e descubra sozinho(achou que teria tudo assim, fácil?).

Riu-se. Caiu. Não ria se não pode se manter em um pé”

Posted by Ohmori at 22:11:42 | Permalink | Comments (4)

Wednesday, November 5, 2008

Volteando

Bom dia, boa tarde e boa noite.

em homenagem a uma assídua leitora ( Vc sabeXD) volto a atividade triste e solitária que é escrever o blog menos lido mas o mais meu.

Hoje com a reabertura pretendo o lançamento de um poeta já antigo, Francisco G Gamero, um grnade mestre das palavras da família Gamero.

Reminiscências dum amor

Andar que se espraia em algoz demora,
Numa luz ainda a ver-te em seu fulgor,
Tão distante, inda mira-me cada hora,
Sem sentir do carinho o teu calor.

Tua ternura, quanto me falta agora!
calam-se as liras deste sonhador,
Tmulam-se a esperança que chora,
Lágrimas que se esvaem num rio de dor.

Bendigo quanto feliz me fizeste!
Quantas quimeras festivas sonhadas,
Quantos beijos floriram nosso amor.

Destino vilão, perverso, agreste,
Amigo mordaz de cruzes alçadas
Comanda o penar desde sofredor.

(onze anos de virginal amor,
três anos de vida conjugal,
uma fiha num jardim em flor,
dum esposo, saudade imortal)

É um belo soneto decassílábico escrito pelo grande Francisco(ou Tio Chico para seus parentes). As rimas bem colocadas, e ainda um extra, um verso para a amada, a única. Escrito na mocidade desse jovem senhor, escrito nos seus 96 anos.

“Não se preocupe, se você acredita, é verdade”

Posted by Ohmori at 17:35:18 | Permalink | Comments (2)

Monday, September 22, 2008

Não sou uma fênix²

Bom dia, boa tarde ou boa noite.

 

Faz tempo, eu sei. Mas sem choros ou coisa que o valha. Queria ter algo muito interessante para dizer, mas não tenho. Isso não é meu diário pessoal, tampouco impessoal. Mas vale um pensamento pela vida:

 

O tempo: Ter ou não ter, não é a questão.

“E finalmente silenciaram o corvo. Mas até quando? “

Posted by Ohmori at 17:00:10 | Permalink | Comments (2)

Tuesday, June 24, 2008

Backing

Bom dia, boa tarte ou boa noite.

Paragráfo

ter
o Dom meu
nem que para
tanto faz
falta ter do
meu neck
guilhotinamente
manto minto
mente
navega
vaga vagarosa
esse entende que quebrar a quebra é construir o ritmo

Insira um título

Palavra solta
rima frouxa
sentido rima ponto

Palavra rimada
A B A B Z W
Sentimento não rimado
rima compensatória

Desculpas condolescentes
gesto rimado
não rima
pergunta invertida
conteúdo contraditório

Tema obscuro
referência pedante
culto pagão
sinestesia metafórica de uma metonímia elíptica parafraseando zeugmamente anaclutos irônico-catacretico

Chave de bronze

“Die, die, why can’t you just let me die you?”

Posted by Ohmori at 14:43:58 | Permalink | Comments (2)

Friday, May 9, 2008

Sobre a redação

O texto qeu se segue foi escrito durante um surto criativo em uma dinâmica de grupo para uma vaga de emprego. O tema era livre e o texto apresenta todas suas características que tinha em sua versão que foi entregue a simpática moça de atendimento a desesperados por empregos e similares.  

           Sobre a redação

 

            É notório o tempo que se gasta para escrever, afinal nem todos são gênios da literatura. Primeiro o tema, ou melhor trabalhar no título? O tema é livre, mas livre de liberdade ou livre de gorduras - trans?

            O tempo. Poderia discorrer sobre o tempo, mas não há relógio algum, nem se quer há o tempo. Há pessoas, e pessoas fazem o tempo. Tempo bom, tempo ruim, bom tempo, temporada, timing, atraso. Coisas humanas para ninguém.

            As pessoas? Não há que se valha, todos prostrados hermeticamente, com seus apetrechos salvatórios em mãos, tentando chegar aonde todo mundo já chegou. Seus sonhos, suas ambições, resumidos a um retângulo branco com tinta barata e R.G.ês baratos.

            As idéias não vêm, trancadas no fundo do crânio, ou talvez da caixa toráxica, ou mesmo inspiração divina.

            Respire fundo, pense, escreva, seja um bom partido e vote em um partido bom. Ser um cidadão nada tem a ver com escrever uma redação.

            Os sons se encaixam, canetas rabiscando, folhas se mexendo, pés batendo, cabelo cai, roe-se unhas, ajeita-se na cadeira, limpa a camiseta(opa, um botão caiu), morde a caneta, toca o celular, pessoas entram e saem, sons entram e saem, mas a música não cabe no papel.

            Sala. Recinto. Um semi-quadrado. Armários, caixas, prateleiras, ventilador, carpete, lixeira, mesa, porta, janela, lâmpadas e suspiros. A sala não é uma redação.

            Começar por onde? Pelo fim? Pelo meio? Pela bordinha? Pelo verso? O começo pouco importa.

            Nem título tem.

Posted by Ohmori at 05:48:44 | Permalink | Comments (1) »

Wednesday, May 7, 2008

Bons tempos despontam

O título diz tudo, novos tempos despontam. A falha criativa parece ter passado. como prova um poema novo, recém-concebido:

E roe

Home, rogue!
àqueles musses,
cante rap,
só de fato.
Home, roube!
É lindo, OH,
Deus, saia!
ex-parte…
Home, rompa
o final dos trechos da luta de classes.

Posted by Ohmori at 04:34:07 | Permalink | Comments (1) »

Monday, April 7, 2008

Dominguite

  Bom dia, boa tarde ou boa noite.

             Sim, é domingo. De fato o primeiro dia da semana, mas é assim que ele parece? Realmente é um dia pior do que o esperado pela sua expectativa. Digamos que fose realmente o primeiro dia da semana, deveria ser mais feliz, ou de fato é o primeiro, afinal o sentimento de domingo é de desânimo, talvez pelo fato de a semana estar começando, o ócio termina e dá lugar ao ócio tedioso-não-produtivo-rotineiro da sua vida. Incrível não?

            Dominguite é o nome. Uma doença à qual todos estão sujeitos, homens, mulheres, idosos, crianças. É inevitável. Ocorre principalmente no fim do dia, quando se percebe que está acabando o seu tempo. Mas por quê? Não sei.

            Os sintomas: vão desde desânimo à tristeza. Não há remédio, mas sim agravantes. Assistir televisão, ficar na internet, não fazer nada, só pioram a situação ou mesmo a desencadeia!

            O mais importante nessas horas, não fique sozinho em hipótese alguma! A dominguite afeta pessoas solitárias em maior número e intensidade. Se estiver acompanhado poderá se salvar, ou apenas amenizar, com ajuda alheia.  

            Você fez tudo o que podia durante o dia, nada mais resta para sua noite domingueira. Você pode se entupir de comida, mas seria prazeroso na hora. E depois? Ler um livro? Pode ajudar, mas o sono, o tédio pode acometer. Então, qual a solução real para essa doença mortal? Não faça nada. Simplesmente ignore. Aceite-a, afinal, ela é inevitável. E mais, pense positivamente, serão muitos mais domingos que você viverá até o fim de seus tempos.

“Bom, será que assim está bom? Talvez mais alto…”

Posted by Ohmori at 02:51:24 | Permalink | Comments (3)

Tuesday, March 25, 2008

Poemas revoltosos

Bom dia, boa tarde ou boa noite.

Não que eu deva satisfações, mas nota-se que faz um erto tempo que não comento algo. Apenas. Um novo tempo, um novo projeto.

O luar

Grandes pedaços do céu deformado

Urra o Sol pelo seu posto.

Coisas que ele sabe, astronomicamente.

Deuses em vão, quedam-se no pensado.

Incredulidade rarefeita de parcos momentos,

Coisas que ele sabe, anacronicamente.

Outrora, diz descrente, na relva, no prado,

Facilidade cômoda, cômica e sutil, o canto.

Coisas que ele sabe, dicotomicamente.



O guardador de leprosos

Bah! Que se dane o mundo.

Quero que o mundo acabe.

Lepra, tuberculose, sífilis, humanidade,

Doença.

Guardo leprosos como guardam ovelhas.

Rebanhos de carne fétida, pútrida.

Que belas ovelhas as minhas,

Chiam por vida, um abraço, uma bala.

Discutamos, pois, posto o decreto universal,

A subjetividade e beleza real quantitativa

Das cousas.

 

 

E por ora só.

“Caia em minha mão, seu corvo maldito!”

Posted by Ohmori at 05:26:01 | Permalink | Comments (1) »

Sunday, February 10, 2008

A vida, o universo e tudo mais

Bom dia, boa tarde ou boa noite.

 

O que é a morte? Recentemente um caro amigo passou por uma experiência reveladora. Antes de qualquer coisa tenho de dizer do caráter não pseudo-religioso e anti surrealista do texto. Vocês foram avisados. Tal experiência, vivida por um amigo é muito comum. Você começa a duvidar de tudo, por diversas razões: algo muito ruim aconteceu, você está com tempo livre para pensar nisso, leu em algum lugar, adquiriu inteligência. Não querendo soar preconceituoso, mas feliz é o ignorante que não sabe a verdade. Pessoas ignorantes não têm problemas com suas crenças, elas não duvidam delas. São inabaláveis, mais uma vez soarei preconceituoso, mas suas crenças são geralmente simples de se aceitarem, vêm do berço, e duvidar delas implicaria em queimar no inferno ou coisas piores. São pessoas felizes, não tem de pensar no fim, no antes ou mesmo no depois. Isso, obviamente não exclui a possibilidade de pessoas que pensam serem felizes. Só é uma felicidade custosa.

 

Seguindo. Pessoas que pensam demais têm esse problema: pensam demais. Fazem tudo que aparentemente é simples se tornar algo real e complexo, muitas vezes triste. Percebem que o mundo não é só alegria, não são apenas flores (as flores apodrecem). A inteligência tem dessas, quebra seu mundo, você descobre que papai-noel não existe, coelhinho da páscoa não tem ovos, que seus pais vão morrer, que seu cachorro não te ama de verdade. A vida têm dessas, mas para os que pensam nela.

 

Agora as conclusões interessantes: o que é a morte? Pare para pensar, não digo religiosamente, todas as religiões existem para dar uma razão para a morte. A religião do mundo surgiu com esse propósito, suprir a necessidade de uma explicação ao homem para seus entes queridos que morriam. Dar sentido à vida. Dar um explicação do porquê se sofre, porquê as coisas ocorrem, de onde vim, para onde vou. Mas isso é tão simples, e depende apenas da fé, que a ignorância simplesmente aceita tudo, pois vem de uma época em que não pensava por si. Suas fontes de conhecimentos eram cópias do que se mostrava, os guias. A religião é o emplastro Brás Cubas.

 

Para os inteligentes sobra o pensamento. Descobrir tudo por si só. Não importa o resultado(não menosprezo religiões com isso, digo que é o mais fácil de início, mas com o tempo se parar a pensar, a religião é algo complexo, pessoas inteligentes provam suas teorias religiosas, isso depois da crise) chegam a uma conclusão que os guiará. Não quero ser moralista, estaria soando como falso moralista na verdade. Só estou descrevendo algo que ocorreu com um conhecido, que também ocorreu comigo (sem entrar em detalhes para não influenciar-lhes nas suas escolhas) que ocorre com todos que pensam.

 

Disse mais do que deveria. A não existência me aguarda.

“Cuidado, alguma coisa há”

Posted by Ohmori at 15:31:37 | Permalink | Comments (2)